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terça-feira, 31 de março de 2009

120 anos de Glamour!

A Torre Eiffel, símbolo indiscutível da paisagem de Paris, comemora nesta terça-feira (31) 120 anos sem encontrar rival na capital francesa desde que foi inaugurada para a Exposição Universal de 1889.
Inicialmente chamada Torre de 300 metros, apesar de, na época, ter 312 metros, a estrutura de ferro forjado, concebida pelo engenheiro francês Gustave Eiffel, é um dos monumentos mais visitados do mundo.
Para seu aniversário, a estrutura recebeu uma nova camada de pintura cor bronze, a 19ª desde sua inauguração.
O monumento foi inaugurado no dia 31 de março de 1889, quando Gustave Eiffel subiu os 1.710 degraus existentes desde o piso até o terceiro andar da torre e hasteou a bandeira francesa.
Formada por 18.038 peças de ferro sustentadas por 2,5 milhões de parafusos, as 10,1 mil toneladas da Torre suportam o peso das camadas de pinturas anteriores, calculado em 250 toneladas.
Eiffel, um engenheiro que construía pontes e foi responsável pela estrutura metálica da Estátua da Liberdade, de Nova York, fiscalizou pessoalmente as obras da Torre, que seria erguida de forma provisória para a exposição.
Foi graças à instalação de uma antena de rádio em seu ponto mais alto pela Marinha Francesa que o monumento foi salvo do desmanche.
A Torre, que foi a construção mais alta do mundo durante mais de 40 anos até que, em 1929, foi substituída no posto pelo Edifício Chrysler em Nova York, começou a ser construída em janeiro de 1887, em meio a críticas dos que a consideravam uma "desonra" a Paris.
A Academia francesa de Belas Artes, o pintor Ernest Meissonier e o escritor Guy de Maupassant foram alguns dos grandes críticos à construção, à qual chegaram a qualificar de "inútil e monstruosa".
Os próprios parisienses não gostaram muito da ideia, devido à sua altura excessiva --ainda hoje continua sendo a construção mais alta de Paris, seguida da Torre Montparnasse-- e as dúvidas em torno da confiabilidade de sua construção.
Apesar das críticas de artistas e estudiosos, o público aprovou o monumento após sua inauguração, em 1889.
Das 32 milhões de pessoas que visitaram a Exposição Universal de Paris, quase dois milhões se atreveram a subir até o último andar da Torre, símbolo da era industrial.
Entre os números exagerados que rodearam sua construção (trabalhadores empregados, toneladas de ferro e de pregos utilizados, altura, tamanho, etc.), um dos destaques foi o fato de não ter ocorrido nenhuma morte durante sua edificação.
Atualmente, a Torre Eiffel brilha nas noites parisienses com uma iluminação especial, em algumas ocasiões com cores adaptadas a comemorações nacionais e internacionais, como durante os dois primeiros meses da Presidência semestral francesa da União Europeia (UE).
Localizada nas proximidades do rio Sena, a torre oferece uma vista excepcional que, em 2008, foi desfrutada por seus 6.930.000 visitantes, 0,5% a mais que no ano anterior, o que representou um novo recorde de visitas.
A torre pertence à Prefeitura de Paris, e desde 1980 a Sociedade de Exploração da Torre Eiffel (Sete) é a companhia encarregada de implementar um programa sustentável de restauração e renovação do monumento, focalizado principalmente nos sistemas contra incêndios.
A Torre Eiffel, reproduzida em inúmeros souvenirs comprados pelos turistas, chega aos 120 anos sendo o ponto mais alto de Paris e o emblema mais popular da França.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u543119.shtml

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Território, Identidade e Expressão

Território, Identidade e Expressão

De setembro a dezembro, o Pré-Vestibular Comunitário de Manguinhos realizará atividades culturais e educativas abertas ao público em geral, com o objetivo de aprofundar o debate e o conhecimento sobre as complexas relações culturais que contribuem para consolidar as identidades em função dos territórios.

Em que medida o lugar onde nascemos ou em que moramos define o que somos?

Qual a relação entre a ideologia e as fronteiras “invisíveis” que dividem nossas cidades?

Os valores culturais e simbólicos, assim como os econômicos, contribuem para segregar ou aproximar os grupos?

Essas são algumas questões sobre as quais discutiremos.

PARTICIPE!

Público Alvo: Alunos do ensino médio, vestibulandos, escritores, compositores, artistas, educadores e todos aqueles que desejarem exercer a cidadania com mais consciência e crítica.

Inscrições: As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no Pré-Vestibular Comunitário de Manguinhos até a última quinta-feira anterior ao evento, a fim de organizar a reserva dos lugares.

Local: Pré-Vestibular Comunitário de ManguinhosAv. Dos democráticos, 896 (Paróquia Santa Bernadete)
Programação

Setembro - Dia 27 - 9:00 às 12:00
Cinema: Exibição do documentário Hiato, de Vladimir Seixas sobre manifestação realizada pelo MST no Shopping Rio Sul.
Palestra: Território e Identidade (com palestrante convidado)
Debate com o público
Oficina motivacional da expressão escrita (professores de redação do PVCM e escritor convidado)
Outubro - Dia 25 - 9:00 às 12:00
Cinema: Exibição do filme Quase dois irmãos, de Lúcia Murat
Palestra: Território e Cultura (com palestrante convidado)
Debate com o público
Oficina motivacional da expressão escrita (professores de redação do PVCM e escritor convidado)
Novembro - Dia 29 - 9:00 às 12:00
Palestra: África e Afrodescendência (com palestrante convidado)
Debate com o público
Atividade motivacional da expressão escrita (professores de redação do PVCM e escritor convidado)
Dezembro - Dia 13 - 15:00 às 19:00
XI Sarau Poético do PVCM (Apresentação organizada a partir dos textos produzidos pelos alunos e pelo público em geral ao longo das atividades anteriores)


http://www.pvcm.blogspot.com/

sábado, 12 de julho de 2008

Senta que lá vem História... rs

“Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente:
não aceites o que é de hábito como coisa natural,
pois em tempos de desordem sangrenta,
de confusão organizada,
de arbitrariedade consciente, de humanidade desumana,
nada deve parecer natural,
nada deve parecer impossível de mudar.”

Bertold Bretch

“E a História humana não se desenrola apenas nos campos de batalha e nos gabinetes presidenciais. Ela se desenrola também nos quintais, entre plantas e galinhas, nas ruas de subúrbios, nas casas de jogos, nos prostíbulos, nos colégios, nas usinas, nos namoros de esquina.”
Ferreira Gullar